Minhas experiencias como professor de Ensino Fundamental e Médio, alem de minhas viagens e excursões didáticas com os meus alunos.
terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
Visita ao Parque Nacional de Itatiaia.
O grupo na sede do parque Nacional de Itatiaia.
Na trilha perto da sede, em direção a cachoeira.
Na cachoeira, água era muito fria.
Uma nova ótica sobre a história indígena no ensino de História
Uma nova ótica sobre a história indígena no ensino de
História
O texto a seguir é de
Antônia Terra, professora
do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) e pode contribuir para a
reflexão sobre o trabalho com a temática indígena na sala de aula
A história do Brasil foi construída com base na
diversidade de sujeitos históricos, incluindo nações invasoras e povos que aqui
viviam ou que foram trazidos para cá. Mas a História contada na escola tem
excluído os indígenas como se eles não fossem protagonistas da história
nacional. Isso tem ocorrido principalmente por causa da influência da
historiografia do século 19, comprometida com os valores da elite da época, que
escolheu identificar a história da nação com ações da sociedade europeia e
descendentes.
Da produção do século 19, o ensino de História herdou as ideias
errôneas de que os povos indígenas representariam a "infância" da
humanidade, seriam remanescentes de um estágio ultrapassado pelos
"civilizados" e pertenceriam à "pré- história". Em
decorrência, os alunos têm incorporado a ideia de que os povos indígenas não
têm história e, assim, negam a eles o direito à luta por direitos, atitudes de
autodeterminação e autonomia para escolha de costumes, línguas e religiões. Em
geral, a escola divulga a crença de que as mudanças nos costumes indígenas, por
causa do contato com outros povos, significam o abandono da identidade dos
índios, deixando eles de ser terena, ianomâmi, xavante, guarani...
Ao longo do século 20, apesar de alguns historiadores
ressaltarem a importância dos povos nativos no contexto da colonização lusa na
América, prevaleceram as versões que destacaram as ações dos portugueses e
europeus em que em geral os indígenas eram vítimas, derrotados ou resistentes à
ordem da colônia. Essas versões também foram incorporadas pelo ensino de
História. Sem terem sido entendidos como protagonistas por diferentes correntes
até então, nas versões escritas da História, os ameríndios só tiveram atribuído
a si mesmos o papel de legar algumas heranças culturais à nação e,
principalmente, um silêncio sobre as resistências e persistências ao longo dos
séculos.
(...)
Nos anos 1970, os povos indígenas contaram com o apoio do
Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Igreja Católica, e dos
antropólogos ligados às universidades, que defendiam a importância de respeitar
e preservar suas culturas. Em oposição a eles estava a Fundação Nacional do
Índio (Funai), que tinha como política naquele contexto a integração desses
povos à sociedade nacional, dando continuidade à política portuguesa desde o
século 16, posteriormente à política do governo imperial brasileiro no século
19 e também do governo republicano ao longo do século 20. Ou seja, a integração
do povo indígena sempre significou um esforço para diluí-lo entre a população
brasileira. As denúncias contra as ações da Funai durante o regime militar
indicavam, por exemplo, que elas estavam voltadas para a retirada dos indígenas
de suas terras para entregá-las aos agricultores não índios e a grandes
empresas agropecuárias.
O confronto entre indígenas e colonos, na década de
1970, politizou os povos indígenas, intensificando suas lutas por direito às
terras, às línguas e aos costumes. E, com o processo de implantação da
sociedade democrática no Brasil, na década de 1980, as organizações indígenas
elegeram um deputado federal e fortaleceram suas alianças, garantindo seus
direitos na Constituição de 1988.
Com ela, os povos indígenas tiveram
assegurados por lei a diversidade étnica e o direito de manter seus
territórios. Todavia, os valores de inferioridade disseminados ao longo de
cinco séculos prevaleceram no imaginário da população brasileira, além do
desconhecimento sobre suas particularidades culturais. Conhecer melhor quem são
os indígenas, como vivem, no que acreditam e quais foram e são suas lutas
possibilita aproximações importantes e necessárias para a conquista do respeito
e valorização das diferenças de costumes entre os povos.
Nesse sentido, em 2008, com a Lei nº 11.645, que
estabelece a obrigatoriedade do estudo da história indígena nas classes
brasileiras, houve um avanço significativo, com a possibilidade de a história
nacional ser reescrita e nela ser incluída o protagonismo dos povos indígenas
na construção de nosso passado e de nossa realidade contemporânea. (...)
http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/nova-otica-historia-indigena-ensino-historia-780296.shtml
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Passeio para Aparecida do Norte e Guaratingueta
Em Guaratingueta (SP).
Em Aparecida do Norte (SP).
Aparecida
do Norte(SP) e Guaratinguetá (SP).
Saída: 21h do dia 18/07/2015 (sábado).
Retorno provável: 16h do dia 19/07/2015 (domingo).
Preço: R$ 95,00 (Noventa e cinco reais).
Deveres e direitos:
·
Ônibus Executivo com Ar, Banheiro, Frigobar
com refrigerante e agua;
·
Não
inclui refeição;
·
É necessária a Xerox do RG para os maiores de
Idade ou da Certidão de Nascimento para o menor de Idade;
·
E do
original no dia da viagem;
·
Quitação até 10 dias antes do passeio e a
Xerox do documento 20 dias antes;
·
Moderação
nas bebidas alcoólicas;
·
Saída no horário 20h30min da Rua Dois Irmãos,
70 e às 21h do CESAP;
·
Parada no meio do caminho para esticar as
pernas e lanchar em Itatiaia (RJ);
·
Visita ao Convento de Frei Galvão, em
Guaratinguetá (SP);
SAIDA:
Da Rua Dois Irmãos às 21h, passando em Jardim Palmares às 21h30m e na Palhada
às 22h.
Informações
e venda pelos telefones com:
O
Prof. Gonçalo: 9 7401 2212 (Claro).
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Introdução à História.
A HISTÓRIA E SUAS DIVISÕES
Prof.: Gonçalo F. de Pontes Filho
“A historia da civilização humana é a
historia de um aperfeiçoamento gradual, progressivo e sem fim”
( Friedrich von Schlegel – século XIX)
“A historia é o testemunho dos tempos, a luz
da verdade, a mestra da vida, a mensageira dos dias que não voltarão.” (Marco
Túlio Cícero – século I a.C.)
O que é historia?
A
história é a ciências que se preocupa com o estudo do passado do homem. Esse
estudo é sistemático e abrange todos os povos da terra, a partir do momento em
que começam a usar a escrita como forma de registrar sua evolução, antes
que um povo use a escrita para registrar fatos de sua vida em documentos ele
está na pré-história.
A
história da humanidade divide-se em → Pré-história e História.
A
história não se preocupa apenas com a pura narração dos fatos ocorridos com a
humanidade. Ela procura interpreta-los e localiza-los no tempo e no espaço
em que ocorreram, para isso dispõe de uma série de métodos de trabalhos e
de ciências auxiliares, os principais métodos são: o estudo das fontes, a
interpretação, a analise, a elaboração das idéias e a sua re-elaboração.
Quais são as ciências auxiliares?
Entre as ciências auxiliares que muito valem á história ,
estão: a geografia; a antropologia; a economia; a filologia; a diplomática; a
arqueologia; a geologia; a cronologia; a genealogia; a numismática; a
filosofia; a sociologia entre outras.
Pré-História
As fases da Pré-História, cultura e arte
pré-histórica, Paleolítico (Idade da Pedra Lascada ), Mesolítico, Neolítico
(Idade da Pedra Polida), a vida dos homens das cavernas, nômades e sedentários,
origem da agricultura, arte rupestre (pintura
em paredes de cavernas do periodo pré-historico.)
Podemos
definir a pré-história como um período anterior ao aparecimento da escrita. Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C,
pois foi por volta deste ano que os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.
Foi uma
importante fase, pois o homem conseguiu vencer as barreiras impostas pela
natureza e prosseguir com o desenvolvimento da humanidade na Terra. O ser
humano foi desenvolvendo, aos poucos, soluções práticas para os problemas da
vida. Com isso, inventando objetos e soluções a partir das necessidades. Ao
mesmo tempo foi desenvolvendo uma cultura muito
importante. Esse período pode ser dividido em três fases: Paleolítico,
Mesolítico e Neolítico. Ou em 2 idades: idade da pedra; idade dos metais
v
Idade da pedra →
paleolítica →pedra velha; neolítica → pedra nova.
Obs.: Alguns historiadores consideram a existência de um
período intermediário, entre o Paleolítico e o Neolítico, o Mesolítico.
1.
Paleo ► velho (a);
2.
Meso ► meio;
3.
Neo ► nova (o);
4.
Lítico ► pedra;
5.
Pré ► antes;
6.
Hídrica ► água;
7.
Geo ► terra;
8.
Logia ► estudo;
9.
Antropo ► homem;
10.
Grafia ► escrita.
v Idade
dos metais → a idade dos Metais divide-se em três momentos, são eles: o cobre; o
bronze(liga de cobre e estanho); e o
ferro.
Antes do fim da idade dos metais
nasceu a história, pois o homem começava a usa a escrita, e com a
escrita começar a História, e a sua idade: Idade antiga. Logo, um povo ou
civilização para entre na história precisa desenvolver a escrita.
Como podemos dividir a história?
v Idade
antiga (± 3600 a.C até 476 d.C)
v Idade média (476 d.C até 1453 d.C)
v Idade
moderna (1453 d.C até 1789 d.C)
v Idade
contemporânea (1789 d.C até nossos dias)
OBS.:
1. a.C.→antes
de Cristo;
2. d.C.→depois
de Cristo.
3. AD
→anne domini (ano do senhor)
IDADE ANTIGA OU ANTIGUIDADE
v desde
o aparecimento da Escrita, por volta de 3.500 anos antes de Cristo;
1. hieroglífica
► egípcia;
2. cuneiforme
► mesopotâmia (com os Sumerios);
v começa
mais ou menos em 3.500 a.C., a margem de grandes rios, como o rio Nilo no norte
da África; o rio Tigre e o rio Eufrates
na Mesopotâmia; o rio Indo no norte da Índia; entre outros.
v Terminar
em 476 d.C., com a queda do Império Romano do Ocidente (a cidade de Roma);
v Nesta
Idade tivemos o desenvolvimento das principais civilizações, tais como → a
Egípcia; a Mesopotâmia; a Hebraica; a Hindu; a Chinesa, a Grega e a Romana.
v As
civilizações da antiguidade divide-se em → hídrica, não hídrica e clássica.
1. Hídricas
são aquelas que surgiram as margens de grandes rios, tais como: a Egípcia; a
Mesopotâmia; a Hindu; a Chinesa.
2. Não
Hídricas são aquelas que não surgiram as margens de grandes rios, tais como: a
Persa; a Fenícia; a Hebraica; a Lídia; entre outras.
3. A
Clássica são aquelas que mais influenciou a nossa cultura, como: a Cretense; a
Grega; a Macedônica; a Etrusca; e a Romana.
IDADE MÉDIA OU MEDIEVAL
v Começar
em 476 com a queda do Império Romano do Ocidente – o mesmo que queda da cidade
de Roma, nas mãos dos bárbaros germanos.
v Terminar
em 1453 com a queda do Império Romano do Oriente – o mesmo que a tomada de
Constantinopla pelos Turcos Otomanos.
v As
principais características são → o desenvolvimento do Feudalismo; das
Civilizações Bizantina e Árabe ou Muçulmana; as Cruzadas e o Renascimento
Urbano e Comercial.
v A
Idade Media caracterizou-se basicamente pelo Feudalismo, que era um sistema
Político, Social, Econômico e Ideológico, onde a pose da terra era a principal
forma de demonstração de riqueza e poder.
IDADE MODERNA OU MODERNIDADE
v Começar
em 1453, com a queda do Império Romano do Oriente;
v Terminar
em 1789 com a tomada da Bastilha (simbologia da Revolução Francesa)
v Principais
características da modernidade são: o Desenvolvimento do Capitalismo, com o
desenvolvimento da classe social da Burguesia. Nesta Idade ocorreu a Expansão
Marítima Comercial, a Colonização da América, a Reforma Religiosa, o
Renascimento Cultural, o Absolutismo Monárquico, entre outras coisas.
v A
queda da Bastilha (prisão símbolo da autoridade real na França) – é o mesmo que a Revolução Francesa,
a principal revolução burguesa.
IDADE CONTEMPORANEA OU CONTEMPORANEIDADE
v Começar
em 1789, com a Revolução Francesa;
v Vai
ate os dias de hoje;
v Na
Idade Contemporânea ocorreu duas Grandes Guerras; as Revoluções Socialistas na
Rússia, na China e em Cuba; as Guerras como: a 1ª e 2ª grande Guerra Mundial; a da Coréia, a
do Vietnan, a do Golfo, a do
Afeganistão, a do Iraque, contra o
Terror, entre outras, alem de algumas crises no Sistema Capitalista (como a de
1929), também tivemos o Imperialismo e o processo de Descolonização da África e
da Ásia, como ainda o inicio e o fim da Guerra Fria.
A TABUA DO TEMPO
± 3500
a.C. ------- d.C 476
_aparece_________________________________________nascimento________________a
escrita
ANTIGUIDADE
de ________________________________________________CRISTO_______________
A tabua ou
regra do tempo é dividida em duas partes: antes de Cristo e depois de Cristo.
Que representa o nascimento de Jesus Cristo.
E essa
divisão sofre outras divisões a dos
séculos → um século é o período de tempo de 100 anos.
Pequena tabela dos
séculos:
3600 – 3501 → século XXXVI a.C.
2000 – 1901 → século XX a.C.
1000 – 901 → século X a.C.
500 – 401 → século V a.C.
400 – 301 → século IV a.C.
100 – 001 → século I a.C.
001 – 100 → século I d.C.
101 – 200 → século II d.C.
201 – 300 → século III d.C.
501 – 600 → século VI
701 – 800 → século VIII
901 – 1000 → século X
1101 – 1200 → século XII
1301 – 1400 → século XIV
1501 – 1600 → século XVI
1701 – 1800 → século XVIII
1801 – 1900 → século XIX
1901 – 2000 → século XX
2001 – 2100 → século XXI
Obs.: Como a tabela anterior nos mostra, não existe o ano
Zero, e a contagem é decrescente até o nascimento de Jesus Cristo e crescente
após o nascimento de Cristo.
Os Calendários
Vários povos elaboraram suas divisões de tempo baseados no
movimento da Terra em torno do Sol ou nas fases da Lua. Fenômenos como frio ou
o calor, a duração maior ou menor da noite e do dia, as chuvas e as cheias ou
seca dos rios se repetiam e deles dependiam o plantio e a boa colheita, Foi
observando a natureza e suas mudança que os homens estabeleceram a duração das
horas, dos dias , das noites, dos meses, do ano, das estações, etc.
A unidade básica
para a contagem do tempo é o dia, que corresponde ao período de tempo entre
dois eventos equivalentes sucessivos: por exemplo, o intervalo de tempo entre
duas ocorrências do nascer do Sol, que corresponde, em média (dia
solar médio), a 24 horas.
O mês
lunar corresponde ao
período de tempo entre duas lunações, cujo valor aproximado é de 29,5 dias.
O ano solar é
o período de tempo decorrido para completar um ciclo de estações (primavera, verão, outono e inverno). O ano solar médio tem a duração de
aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 47 segundos (365,2422 dias).
Também é conhecido como ano trópico. A cada quatro anos, as horas extra
acumuladas são reunidas no dia 29 de Fevereiro, formando o ano bissexto, ou seja, o ano com 366 dias.
Os calendários antigos baseavam-se em meses lunares
(calendários lunares) ou no ano solar (calendário solar) para contagem do
tempo.
Essa divisão do tempo em dias, meses
e anos, determinado o inicio, o fim e a duração de um ano, chama-se calendário.
Alguns calendário antigos são ainda hoje utilizado como o calendário cristão, o
muçulmano, o judeu e o chinês. O nosso calendário é o cristão, e recebe o nome
de calendário gregoriano, em homenagem ao Papa Gregório XIII, que substituiu o
calendário Juliano, que homenageava Julio César e foi instituído em 45 a.C.
Antes de Júlio César criar,
com a ajuda do astrônomo Sosígenes, o calendário dito juliano,
os romanos tinham meses lunares, que começavam em cada lua nova. No primeiro
dia da lua nova, chamado dia
das calendas (“calendae”), um
dos pontífices convocava o povo no Capitólio para
informar as celebrações religiosas daquele mês. O pontífice mencionava um por
um os dias que transcorreriam até as nonas,
repetindo em voz alta a palavra “calo”, eu chamo.
A partir do calendário juliano, que não era lunar, as nonas
foram o quinto dia nos meses de trinta dias e o sétimo nos meses de trinta e
um. De “calendae”, os romanos criaram o adjetivo “calendarius”, relativo às
calendas, e o substantivo “calendarium”, com o qual designavam o livro de
contas diárias e, mais tarde, o registro de todos os dias do ano.
Em nossa língua portuguesa, até o século XIII, a palavra
calendas era empregada, no entanto, para denominar o primeiro dia de cada mês e
calendário a lista dos dias do ano com suas correspondentes festividades
religiosas. O calendário dos gregos não tinha calendas, e assim os romanos
conceberam a expressão “Ad calendas graecas”, para as calendas gregas, para
referir-se a algo que não iria ocorrer nunca.
EXERCICIO DE APLICAÇÃO
- O que é Historia ?
- Quem nasceu no ano de 1962 d.C., nasceu em que século ?
- Quantos anos têm um século ?
- Quantos séculos duraram a Idade Media ?
- O povo que não conhecer a escrita, esta em que período da historia da humanidade ?
- Como podemos dividir a Pré-história ?
- O que nasceu com o fim da Idade dos Metais ?
- Quais são as idades da História ?
- Qual a principal característica da Idade Media ?
- Caracterize a idade Contemporânea?
- Qual o nome de nosso calendário?
- O que significa a palavra lítico?
- Por que o homem precisa de calendário?
- Cite o nome de alguns homens Pré-histórico.
- Qual a definição de Pré-história?
EXERCICIO
DE REVISÃO
01. Uma pessoa nascida em 22 de abril de
1962, nasceu:
(A)
no século XIX e na idade moderna;
(B)
no século XX e na idade contemporânea;
(C)
no século XX e na idade moderna;
(D)
no século XIX e na idade
contemporânea.
02. O
Egito Antigo só existiu devido a um rio. Qual é este rio ?
(A)
Eufrates;
(B)
Indo;
(C)
Nilo;
(D)
Tigre.
03. O
que significa a palavra Paleo de Paleolítico ?
(A)
meio;
(B)
novo;
(C)
pedra;
(D)
velho.
04. Assinale V (verdadeiro) ou F (falso):
( ) O estudo de Historia não depende de
outras ciências;
( ) O nome de nosso calendário é Gregoriano;
( ) A “ILIADA” retrata a Guerra de Tróia;
( ) Quem nasceu no ano de 44 a.C., nasceu no
século I;
( ) O Livro é uma fonte Histórica Escrita.
Visita no Convento Franciscano de Guaratinguenta
A coleção de Presépios de Varias parte do Mundo e do Brasil, do Convento
No patio interno do Convento
Um presépio no átrio interno do Convento
Um pouco da História do Frei Galvão
No patio externo do Convento.
Confarternização com os feires do convento e alguns do meu grupo.
O interior da Capela do Convento.
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